O mercado de consumo dos gays
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O mercado de consumo dos gays cresce numa velocidade incrível! Parece que finalmente todos se conscientizaram que os gays são consumidores vorazes e com potencial para trazer fortunas em tempo recorde a seus investidores.
Antigamente quem investia em serviços ou em pequenas lojas eram os próprios gays; agora os empresários estão tomando conta do mercado porque descobriram no mercado gay de consumo ‘a mina de ouro’.
Antenados nas tendências de consumo, os empresários passaram a investir em serviços exclusivos para os gays: hotéis, cruzeiros, teatro e cinema com temática gay aos montes; aos poucos eles estão dividindo o espaço nas suas linhas de produção, para produzir produtos para os gays: apartamentos, vestuário, comidas e bebidas.
Para você entender melhor pense no seguinte: Devido à discriminação da sexualidade, os gays, primeiro consomem serviços específicos. Exemplos: saunas, bares, boates e depois consomem serviços e produtos disponíveis para a população em geral, mas sem a identificação de “rótulos”, simplesmente consumidores.
Nos dia de hoje o modelo de negócio está configurado no 'consumo emocional' e os gays são extremamente emocionais. É importante perceber que gestão do conhecimento é a moda do momento, e que capital de giro, no século XXI, é a informação.
O Brasil tem um mercado gay consumidor expressivo e quase inexplorado com grande potencialidade tanto para empresas internacionais quanto nacionais.
Hoje em dia, tudo é moda; e o que ainda não é, ainda pode virar moda. Ao comprar, os consumidores gays do século XXI estão realizando seus desejos e lidando com as emoções. Eles não compram mais apenas por necessidade ou utilidade. Por este motivo, os empresários que lidam com produtos confeccionados, especialmente para nós estão antenados, o tempo todo, no comportamento e mudanças de atitudes dos gays.
Para vender, os empresários sabem tudo o que está acontecendo na rua, no shopping, no salão de beleza, nos bares, nas festas, na praia, no meio rural, na imprensa, nos sites, na televisão. Os produtos refletem as necessidades emocionais dos consumidores gays, que hoje procuram demonstrar seu estilo de vida em tudo que vestem, frequentam, conversam e usam - breve, teremos o serviço para casamento entre gays.
Veja o exemplo das cervejas que estão na imagem deste post.. Empresários da cidade de Guadalajara, no centro-sul do México, lançaram as primeiras cervejas dedicadas à comunidade gay daquele país.
A ‘Salamandra’ e a ‘Purple Hand’ (mão púrpura, em tradução literal), da fabricante Minerva, são totalmente orgânicas, produzidas com malte e mel.’
A Minerva calcula que o mercado gay da Cidade do México, Riviera Maya e de Puerto Vallarta movimente cerca de US$ 8 bilhões por ano.
Enquanto isso, aqui no Brasil...
Na contramão do consumo ainda faltam leis e direitos que protejam todos os cidadãos gays, a vida no armário também gera muito consumo, mas consumo reprimido e velado.
O consumo acontece de cima para baixo na escala social e os gays menos favorecidos convivem com muitos problemas sociais e para esses gays tudo isso que estou escrevendo ainda é uma utopia.
Antigamente quem investia em serviços ou em pequenas lojas eram os próprios gays; agora os empresários estão tomando conta do mercado porque descobriram no mercado gay de consumo ‘a mina de ouro’.
Antenados nas tendências de consumo, os empresários passaram a investir em serviços exclusivos para os gays: hotéis, cruzeiros, teatro e cinema com temática gay aos montes; aos poucos eles estão dividindo o espaço nas suas linhas de produção, para produzir produtos para os gays: apartamentos, vestuário, comidas e bebidas.
Para você entender melhor pense no seguinte: Devido à discriminação da sexualidade, os gays, primeiro consomem serviços específicos. Exemplos: saunas, bares, boates e depois consomem serviços e produtos disponíveis para a população em geral, mas sem a identificação de “rótulos”, simplesmente consumidores.
Nos dia de hoje o modelo de negócio está configurado no 'consumo emocional' e os gays são extremamente emocionais. É importante perceber que gestão do conhecimento é a moda do momento, e que capital de giro, no século XXI, é a informação.
O Brasil tem um mercado gay consumidor expressivo e quase inexplorado com grande potencialidade tanto para empresas internacionais quanto nacionais.
Hoje em dia, tudo é moda; e o que ainda não é, ainda pode virar moda. Ao comprar, os consumidores gays do século XXI estão realizando seus desejos e lidando com as emoções. Eles não compram mais apenas por necessidade ou utilidade. Por este motivo, os empresários que lidam com produtos confeccionados, especialmente para nós estão antenados, o tempo todo, no comportamento e mudanças de atitudes dos gays.
Para vender, os empresários sabem tudo o que está acontecendo na rua, no shopping, no salão de beleza, nos bares, nas festas, na praia, no meio rural, na imprensa, nos sites, na televisão. Os produtos refletem as necessidades emocionais dos consumidores gays, que hoje procuram demonstrar seu estilo de vida em tudo que vestem, frequentam, conversam e usam - breve, teremos o serviço para casamento entre gays.
Veja o exemplo das cervejas que estão na imagem deste post.. Empresários da cidade de Guadalajara, no centro-sul do México, lançaram as primeiras cervejas dedicadas à comunidade gay daquele país.
A ‘Salamandra’ e a ‘Purple Hand’ (mão púrpura, em tradução literal), da fabricante Minerva, são totalmente orgânicas, produzidas com malte e mel.’
A Minerva calcula que o mercado gay da Cidade do México, Riviera Maya e de Puerto Vallarta movimente cerca de US$ 8 bilhões por ano.
Enquanto isso, aqui no Brasil...
Na contramão do consumo ainda faltam leis e direitos que protejam todos os cidadãos gays, a vida no armário também gera muito consumo, mas consumo reprimido e velado.
O consumo acontece de cima para baixo na escala social e os gays menos favorecidos convivem com muitos problemas sociais e para esses gays tudo isso que estou escrevendo ainda é uma utopia.


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