Gays maduros: o poder cósmico da solidão
quinta-feira, 9 de junho de 2011
No último domingo eu encontrei um velho conhecido. Ele já está na casa dos sessenta anos e vive um momento de desilusão.
A história é mais ou menos assim:
Cardoso é um gay inteligente e culto. Durante a vida não teve mais do que três relacionamentos.
Os seus ex-casos morreram e ele ficou sozinho. Ele nunca foi de frequentar ambientes ou guetos gays e recentemente se envolveu emocionalmente com outro homem.
A relação não durou mais do que alguns meses. Cardoso ficou desiludido curtindo uma paixão fugaz e aniquiladora.
Moral da história: Ele está vivendo uma fase muito ruim e não vê perspectivas de que isso acabe logo e o pior: a solidão se fez mais forte e dolorida.
Na maturidade o gay fica exposto e frágil, devido ao isolamento social comum nessa fase da vida. Na velhice ficamos seletivos e exigentes, mas não nos esquecemos de que somos carentes de namorados, companheiros e amigos
Palavras do próprio Cardoso: "Nesta fase da vida, o sexo é apenas uma pequena parte do conjunto de coisas que compõe um relacionamento".
A vida do homem gay é constantemente ameaçada por um poder invisível e cósmico chamado "solidão. Não importa idade, classe social ou religião.
A verdade desta regra é clara e trata-se de um fato que a gente vai ter que superar sempre, às vezes existe exceção, assim como a regra, mas como nada é para sempre, um dia você estará sozinho, e lá estará a regra novamente, rindo de você.
Imagine-se solteiro, louco para casar, e você vai para a boate, ou encontra alguém na internet, e a pessoa passa no seu teste de qualidade, sem muitos méritos, afinal você estava desesperado em achar alguém.
Mas você pensa, ainda que no fundo, tudo pode dar certo. Mas a gota d´água é quando você cai na real e percebe que o príncipe virou um sapo.
Isso tudo acontece porque quando ficamos muito tempo sozinhos, ficamos fragilizados e caímos em armadilhas tão comuns das relações humanas.
Nós acreditamos que sempre haverá esperança de encontrar o companheiro certo. Idealizamos tanto, que perdemos o senso da razão e aí acontece esse tipo de situação, tão comum entre os gays com mais de 50 anos.
Aprendemos com os nossos erros e continuamos errando todos os dias, porque no fundo nós desejamos apenas o carinho que é o único remédio para combater a solidão.
A história é mais ou menos assim:
Cardoso é um gay inteligente e culto. Durante a vida não teve mais do que três relacionamentos.
Os seus ex-casos morreram e ele ficou sozinho. Ele nunca foi de frequentar ambientes ou guetos gays e recentemente se envolveu emocionalmente com outro homem.
A relação não durou mais do que alguns meses. Cardoso ficou desiludido curtindo uma paixão fugaz e aniquiladora.
Moral da história: Ele está vivendo uma fase muito ruim e não vê perspectivas de que isso acabe logo e o pior: a solidão se fez mais forte e dolorida.
Na maturidade o gay fica exposto e frágil, devido ao isolamento social comum nessa fase da vida. Na velhice ficamos seletivos e exigentes, mas não nos esquecemos de que somos carentes de namorados, companheiros e amigos
Palavras do próprio Cardoso: "Nesta fase da vida, o sexo é apenas uma pequena parte do conjunto de coisas que compõe um relacionamento".
A vida do homem gay é constantemente ameaçada por um poder invisível e cósmico chamado "solidão. Não importa idade, classe social ou religião.
A verdade desta regra é clara e trata-se de um fato que a gente vai ter que superar sempre, às vezes existe exceção, assim como a regra, mas como nada é para sempre, um dia você estará sozinho, e lá estará a regra novamente, rindo de você.
Imagine-se solteiro, louco para casar, e você vai para a boate, ou encontra alguém na internet, e a pessoa passa no seu teste de qualidade, sem muitos méritos, afinal você estava desesperado em achar alguém.
Mas você pensa, ainda que no fundo, tudo pode dar certo. Mas a gota d´água é quando você cai na real e percebe que o príncipe virou um sapo.
Isso tudo acontece porque quando ficamos muito tempo sozinhos, ficamos fragilizados e caímos em armadilhas tão comuns das relações humanas.
Nós acreditamos que sempre haverá esperança de encontrar o companheiro certo. Idealizamos tanto, que perdemos o senso da razão e aí acontece esse tipo de situação, tão comum entre os gays com mais de 50 anos.
Aprendemos com os nossos erros e continuamos errando todos os dias, porque no fundo nós desejamos apenas o carinho que é o único remédio para combater a solidão.


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